"A grandiosa Revolução Humana de uma única pessoa irá um dia impulsionar a mudança total do destino de um país e além disso, será capaz de transformar o destino de toda a humanidade."

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Matéria p/ Iniciantes


Os Encantos da Filosofia Budista - Para Iniciantes


O verdadeiro aspecto de todos os fenômenos

Edição 2068 - Publicado em 22/Janeiro/2011 - Página A6

Como transformar a realidade?

Relembrando
Nitiren Daishonin ensina que todos os fenômenos são, sem exceção, “manifestações do Myoho-rengue-kyo”, esse é seu “verdadeiro aspecto”. Ou seja, cada fenômeno é uma expressão da grande entidade do Universo, que é o Nam-myoho-rengue-kyo.
O princípio na prática
Como esse princípio funciona na vida diária? Ele é a capacidade de usar habilmente tudo o que ocorre para criar valor.
Sofrimentos e alegrias
Muitos fatos, alegres e tristes, ocorrem no curso da vida. Tudo isso são fenômenos; chances para fazer brilhar na vida o “verdadeiro aspecto” do estado de Buda.
Em outras palavras
Todas as situações pelas quais uma pessoa passa são oportunidades de comprovar a prática budista. Esses fenômenos possibilitam que a força do estado de Buda manifeste na vida diária. Caso contrário, essa força permanece latente.
Usando tudo
Tudo o que ocorre é usado para expandir a felicidade. Esse é o significado de “conduzir uma vida iluminada pela sabedoria do verdadeiro aspecto de todos os fenômenos”.
O valor não se encontra apenas na alegria
O presidente Ikeda explana: “O valor não se encontra apenas na alegria. Tampouco o sucesso é o único resultado valioso. O ‘sofrimento é a mãe das realizações’. As preocupações e os fracassos, desde que não sejamos derrotados por eles, possibilitam-nos aprofundar a fé. Nossos sofrimentos tornam-se a matéria-prima com a qual construímos a felicidade. Este é o princípio de que ‘desejos mundanos são iluminação’. Os desejos mundanos são, da mesma forma que os demais fenômenos, o ‘verdadeiro aspecto’”. (PHJ, pág. 131.)
Tudo é benefício
“Fundamentalmente, para as pessoas que têm fé no Gohonzon, tudo é benefício. Aí reside a diferença entre os que praticam a fé na Lei Mística e os que não praticam.” (Ibidem.)
Reforçando
O que diferencia alguém que pratica corretamente ou não o Budismo é a capacidade de fazer que tudo torne-se benefício. Uma vida assim não possui espaço para lamentação, dúvida e sofrimento.
Uma vida grandiosa
Alguém que se dedica ao Kossen-rufu possui uma existência de significado. Em outras palavras, ela torna-se grandiosa porque é uma vida de valor. Isso é viver de acordo com o princípio do verdadeiro aspecto de todos os fenômenos.
Como torná-la grandiosa?
“Certa ocasião, quando eu [Daisaku Ikeda] ainda era jovem, perguntei ao presidente Toda: ‘O que torna uma pessoa grandiosa?’ Com um sorriso, ele respondeu: ‘Ter convicção. Na vida e em tudo, a convicção é fundamental. Há muitas coisas importantes na vida’. Dentre todas as respostas possíveis, o senhor Toda, sem hesitar um momento, citou a convicção. Naturalmente, ele se referia à grande convicção na Lei Mística. ‘Comprovarei infalivelmente a vitória em minha vida.’ ‘Ajudarei todos a serem felizes.’ ‘Farei que meu local de trabalho e minha comunidade desenvolvam-se grandiosamente.’ ‘Mudarei o curso desta época para dar surgimento a uma sociedade feliz e humanística.’ Os que possuem essa nobre convicção e agem com base nela são pessoas grandiosas.” (Ibidem.)
O Gohonzon
“Em síntese, todo o Universo é a ‘essência real de todos os fenômenos’ e é também o Gohonzon. Fundamentalmente, nossa própria vida também é a ‘essência real de todos os fenômenos’ e o Gohonzon. Portanto, quando nos devotamos ao Gohonzon, por meio do dinâmico intercâmbio entre o Universo e a nossa vida, nossa própria ‘essência real’, ou seja, nossa vida como a entidade de Nam-myoho-rengue-kyo, passa a brilhar. A sabedoria do Buda inerente em nossa vida surge. A coragem para agir com benevolência brota em nosso coração e entramos no caminho dourado da felicidade.” (Ibidem.)
Da forma como somos
“Não é necessário ir a algum outro lugar distante nem se tornar uma pessoa especial. Independentemente de passarmos por sofrimentos ou alegrias, se continuarmos a orar sinceramente ao Gohonzon e agirmos pelo Kossen-rufu, então, exatamente da forma como somos, poderemos nos tornar budas da ‘essência real de todos os fenômenos’ e realizar a missão que somente nós podemos cumprir.” (Ibidem.)
Concluindo
“Nossa vida passa a ser o Gohonzon quando realizamos a prática da Lei Mística para nós mesmos e para os outros. Nós podemos realmente fazer com que nossa vida brilhe como a entidade da Lei Mística. O presidente Toda disse: ‘O Gohonzon penetra totalmente em nossa vida quando adoramos e recitamos o Nam-myoho-rengue-kyo. Quando abrimos os olhos e observamos o Universo, ali encontramos o Gohonzon. E quando fechamos os olhos e contemplamos o interior de nosso ser, o Gohonzon também aparece ali claramente, com uma força cada vez mais poderosa e um brilho cada vez mais resplandecente’.” (Ibidem.)

Noticias


Enchentes provocam desastre natural

Edição 2068 - Publicado em 22/Janeiro/2011 - Página A5

Várias cidades de SP, MG e, principalmente, RJ enfrentam a fúria das águas e deslizamentos que provocam mais de 720 mortes

EM BUSCA DE VIDA. Trabalho de remoção de destroços e busca por vítimas em Teresópolis, região serrana do RJ
Da Redação
Há mais de uma semana, o mundo inteiro está com os olhos voltados para o Brasil, por causa das vítimas da maior tragédia climática brasileira.
O cenário nesses locais é devastador. Desabamentos, soterramentos, falta de energia elétrica, água, luz, comida. 
Os números também assustam: o total de vítimas fatais das enchentes e deslizamentos só na região serrana do Rio de Janeiro chegou a 727, segundo boletim divulgado na quarta-feira (19) pela Secretaria de Estado da Saúde e Defesa Civil. São 345 mortos em Nova Friburgo, 298 em Teresópolis, 63 em Petrópolis e 21 em Sumidouro.
O boletim informa ainda que 6.050 pessoas estão desabrigadas e ocupam abrigos públicos. Outras 7.780 tiveram de abandonar suas residências e estão na casa de parentes e amigos. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) divulgou também uma lista com o nome de 208 pessoas que ainda estão desaparecidas.
Os trabalhos de resgate estão concentrados em áreas que ainda permanecem isoladas após terem sido bloqueadas por toneladas de terra, lama e pedras que deslizaram das montanhas e soterraram centenas de casas. As cidades do interior de São Paulo atingidas pelos temporais ainda contabilizam prejuízos. Segundo a Defesa Civil, 90 municípios do estado foram atingidos, deixando 2.162 desabrigados, 9.712 desalojados, 23 feridos e 24 mortos.
Segundo o coordenador do Rio de Janeiro (CRJ), Hamilton de Castro Araújo, que tem acompanhado de perto os acontecimentos junto aos líderes dessas localidades, uma família associada da BSGI do bairro de Itaipava, em Petrópolis, sofreu um dano maior devido às enchentes. ”Eles deixaram a casa com água na altura da cintura. A única perda que sofreram foi material. Todos estão bem e em segurança”, disse Hamilton.
No estado de São Paulo, 20 membros da BSGI da cidade de Atibaia, foram atingidos pelas enchentes. Alguns tiveram a casa alagada e perderam parte de seus pertences, outros precisaram deixar as residências devido o alto nível da água.
Em Minas Gerais, 84 municípios chegaram a decretar estado de emergência por causa dos estragos causados por chuvas desde outubro de 2010. 
Segundo a Defesa Civil do Estado, 1,3 milhão de pessoas foram afetadas e 2,5 mil estão desabrigadas.
Conforme comunicado ao lado, os membros da BSGI estão solidariamente orando para a total recuperação das perdas e pela memória das vítimas e conforto dos familiares. Algumas organizações da BSGI mais próximas da tragédia têm se mobilizado para apoiar os envolvidos.

Comunicado oficial

Todos os membros da Associação Brasil -SGI sentem-se profundamente consternados com a tragédia das enchentes no Sudeste do Brasil, principamente no Rio de Janeiro, que já somam mais de 720 mortos.
O princípio da SGI é o respeito absoluto à vida. Por isso, nos unimos às famílias dos falecidos e enviamos sinceras orações em memórias dos que infelizmente perderam a vida nos últimos dias. E também oramos seriamente para que os feridos se recuperem e os trabalhos de limpeza e recuperação dos locais tenham total êxito.
Temos acompanhado tudo atentamente e algumas organizações mais próximas da tragédia mobilizam-se para apoiar no que for preciso.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

PARABOLAS


A beleza transitória

Há muito tempo, quando o Buda Sakyamuni se encontrava no Pico da Águia, havia uma cortesã chamada Lótus, na cidade de Rajagriha. Ela era mais bela do que qualquer outra mulher da cidade, e não parecia haver ninguém que pudesse se igualar à sua beleza. Todas as mulheres a invejavam e todos os homens a adoravam. Por tudo isso, um dia, Lótus concebeu um desejo de iluminação e decidiu segregar-se dos assuntos mundanos, tornando-se uma freira budista.
Ela partiu para o Pico da Águia para visitar o Buda Sakyamuni. No caminho sentiu sede e parou num riacho de águas límpidas. Quando estendeu suas mãos para a água, ficou impressionada com o reflexo de seu rosto na superfície e foi cativada pela sua própria beleza. Seus olhos claros, seu nariz afilado, os lábios vermelhos, as maçãs rosadas, os cabelos exuberantes e a perfeita harmonia de suas feições combinavam completamente, convencendo-a de que era extraordinariamente bela. Ela pensou: "Que mulher bonita sou eu! Por que pensei em querer deixar de lado este corpo belo e viver como uma freira budista? Não, não farei isto. Com uma beleza como a minha, tenho certeza de que encontrarei a felicidade. Que idéia tola a de me tornar uma asceta." Imediatamente, ela virou-se e começou a retornar, pelo mesmo caminho.
No Pico da Águia, o Buda Sakyamuni havia assistido Lótus durante o tempo todo. Ele achou que estava na hora de ajudá-la a desenvolver o desejo de iluminação. Utilizando-se de seus poderes ocultos, o Buda se transformou numa mulher extraordinariamente bela, muito mais ainda do que Lótus, e a esperou no caminho de Rajagriha.
Desconhecendo a intenção do Buda, Lótus, enquanto imaginava vários prazeres mundanos, encontrou uma mulher desconhecida muito bonita no sopé de uma montanha. Atraída pela sua beleza, Lótus dirigiu-se espontaneamente a ela: "Você deve ser estranha por aqui. Para onde está indo completamente sozinha? Você não tem marido, filhos, irmãos? O que uma mulher tão bonita está fazendo aqui totalmente só." A desconhecida respondeu: "Estou voltando para a cidade de Rajagriha. Sinto-me tão solitária caminhando o trajeto todo. Se não for inconveniente, poderia acompanhá-la?"
As duas mulheres logo se tornaram muito amigas e viajaram juntas pela colina. Quando passaram por um pequeno lago, decidiram descansar um pouco. Sentaram-se na grama e conversaram por algum tempo. Enquanto Lótus falava, a outra mulher repentinamente adormeceu, com sua cabeça sobre os joelhos de Lótus. No momento seguinte, sua respiração cessou. Diante do olhar aterrorizado de Lótus, o corpo da mulher começou a degenerar, exalando um odor cadavérico. O corpo inchava grotescamente, a pele se rompia e as entranhas saíam, logo sendo infestadas por vermes. O cabelo da mulher morta caiu de sua cabeça, seus dentes e sua língua se separaram de seu corpo. Era realmente uma visão odiosa.
Vendo essa fealdade apavorante diante de si, Lótus ficou pálida, pensando: "Mesmo uma beleza celestial é reduzida a isso quando morre. Não obstante o quão confiante eu era de minha beleza, não tenho meios para saber por quanto tempo irá durar. Oh! Como fui estúpida! Devo procurar o Buda e buscar a iluminação." Então, Lótus dirigiu-se novamente ao Pico da Águia.
Chegando à presença do Buda, Lótus se atirou diante dele e relatou-lhe o que havia acontecido a ela no caminho até lá. O Buda fitou-a com benevolência e pregou-lhe os quatro seguintes pontos:
1) Todas as pessoas envelhecem;
2) Mesmo um homem muito forte infalivelmente morrerá;
3) Não importando quanto a pessoa viva feliz com sua família ou amigos, o dia da separação certamente virá;
4) Ninguém pode levar sua riqueza para o mundo após a morte.
Lótus compreendeu imediatamente que a vida é efêmera e que somente a Lei é eterna. Ela se aproximou do Buda e pediu-lhe que a aceitasse como sua discípula. Quando o Buda lhe deu a sua permissão, seus abundantes cabelos pretos caíram no mesmo instante e sua aparência transformou-se completamente na de uma freira budista. Desse momento em diante, ela se devotou sinceramente à prática budista e atingiu eventualmente o estágio de arhat, sendo qualificada a receber os oferecimentos e o respeito das pessoas.

CARTA DE ANO NOVO


“Carta de Ano-Novo”

TRECHO DO ESCRITO: “Recebi cem bolinhos de arroz cozidos a vapor e um cesto de doces. O dia de ano-novo marca o primeiro dia, o primeiro mês, o início do ano e o início da primavera(1). Quem celebra esse dia tornar-se-á mais virtuoso e será amado por todos. Será como a lua que gradualmente se torna cheia à medida que se move do oeste para o leste ou como o sol que se torna cada vez mais brilhante em sua trajetória do leste para o oeste. Considerando a questão de onde estão o inferno e o Buda, um sutra diz que o inferno está debaixo da terra enquanto um outro diz que o Buda está no oeste. Entretanto, uma análise mais cuidadosa revela que ambos existem em nosso próprio corpo. De fato, o inferno está no coração da pessoa que insulta seu pai ou desrespeita sua mãe. É como a semente de lótus que contém tanto a flor como o fruto. Da mesma forma, o Buda habita nosso coração. Por exemplo, a pederneira contém o potencial para produzir fogo e as joias possuem um valor intrínseco. Nós, seres humanos, não enxergamos nem nossos próprios cílios, que estão tão próximos, nem o céu distante. Da mesma maneira, não conseguimos compreender que o Buda existe em nosso coração.” (As Escrituras de Nitiren Daishonin , vol. 1, págs. 413 a 415.)

É a sua hora e a sua vez!

O ano-novo é o badalar de um novo ciclo na vida dos seres humanos. É um momento de reflexão para que a próxima fase seja muito melhor. É o tempo exato para um grande avanço. E nada melhor que colocar a energia vital oriunda da prática da fé como fonte de inspiração e boa sorte.
A carta acima foi escrita pelo Buda Nitiren Daishonin após de ter recebido oferecimentos numa época em que alimentos eram raros e mais difícil ainda fazê-los chegar até a distante região na qual o Buda vivia. O escrito é carinhoso e incentivador. Nele, Daishonin agradece e brada para que sua discípula faça do ano-novo um momento revigorante, pois “quem celebra esse dia tornar-se-á mais virtuoso e será amado por todos”.

A época ideal da minha revolução humana

Este novo ano que começa traz uma “folha em branco” de oportunidades e é sábio aquele que entende o tempo, com base na perfeita lei do Nam-myoho-rengue-kyo, e segue o fluxo para iniciar um processo de mudança. Ou seja, agora é a época ideal da revolução humana.
Revolução humana é a transformação da vida e praticamos para isso. Não haveria sentido em praticar o Budismo não fosse a possibilidade real de uma profunda mudança interna e externa a partir da prática da fé. Na mensagem de ano-novo publicada na página A1 desta edição, o presidente Ikeda afirma: “Vamos vencer [em 2011]. Que cada um escreva uma nova história do triunfo da revolução humana e do dinâmico desenvolvimento do Kossen-rufu — por meio de forte oração, dedicado esforço e sólida união”.
Ele também afirma: “A revolução humana não implica que devamos nos converter em seres superiores e extraordinários. Ao contrário, significa um processo pelo qual, ao mesmo tempo em que lutamos para transformar dinâmica e profundamente as dimensões interiores de nossa existência, seguimos como pessoas comuns que enfrentam problemas e desafios sem fim em meio à vida cotidiana. (...) A revolução humana implica fazer um progresso contínuo, avançar mesmo que seja um passo mais que ontem, um passo a mais este ano do que no ano passado. Façam com que a transformação comece por vocês! Desbravem o caminho para a vitória!” (Brasil Seikyo, edição no 2.019, 16 de janeiro de 2010, pág. A2.)
As palavras do presidente Ikeda enchem o coração de esperança e alegria porque não importa qual a circunstância você esteja passando, a transformação total pode acontecer aqui e agora. A renovação contínua de nosso compromisso de basear a vida no Gohonzon provoca um grande progresso. As pessoas que são sinceras e dedicadas na fé jamais permanecem indefinidamente num beco sem saída, nem o seu sofrimento se arrasta para sempre.

Cenário Histórico

Nitiren Daishonin escreveu esta carta para a esposa de Omosu, irmã mais velha de Nanjo Tokimitsu, em agradecimento pelos sinceros oferecimentos enviados por ela no início do ano. É datada de 5 de janeiro, porém sem a indicação do ano. Assim, embora se saiba que Nitiren Daishonin a tenha escrito no Monte Minobu, nos últimos anos de sua vida, o ano exato não é conhecido.
Termos e Denominações:
(1) ... o primeiro dia, o primeiro mês, o início do ano e o início da primavera: De acordo com o calendário lunar utilizado na época de Nitiren, o início da primavera começa em janeiro.

Frase de apoio

“Este é o Budismo dos três mil aspectos contidos em cada instante vital. Em primeiro lugar, determinem firmemente o que vão empreender ou conquistar. Todos os esforços pelo Kossen-rufu são uma oportunidade para que transformem seu carma e levem a cabo sua revolução humana. Quanto maior o desafio, mais grandiosa será a vitória no momento de alcançar suas metas. Assim, empenhem-se ao máximo e não permitam qualquer retrocesso!” (Jossei Toda).