"A grandiosa Revolução Humana de uma única pessoa irá um dia impulsionar a mudança total do destino de um país e além disso, será capaz de transformar o destino de toda a humanidade."

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

FRASES DE GOSHO



A fé e os benefícios do Daimoku

... Qual é a diferença entre os benefícios recebidos quando um sábio recita o Daimoku e quando nós o recitamos? Não existe diferença nos benefícios do Daimoku. O ouro é o mesmo, seja na mãos de um tolo ou de um sábio. Nem o fogo é diferente simplesmente porque é feito por um tolo ou um sábio. Contudo, existirá uma diferença se caso recitar o Daimoku opondo-se ao espírito do Sutra de Lótus.
(Resposta ao Lorde Matsuno, END, vol. I, págs. 374-375.)

O âmbar atrai poeira e o ímã atrai partículas de ferro; fazendo uma analogia, nosso carma é como a poeira ou o ferro, enquanto que o Daimoku do Sutra de Lótus é como o âmbar ou o ímã. Se considerarmos essas [analogias, compreenderemos porque] devemos recitar o Nam-myoho-rengue-kyo ininterruptamente.
(O Daimoku do Sutra de Lótus, END, vol. II, pág. 177. Edição Revisada.)

Determine extrair o grande poder da fé e recite o Nam-myoho-rengue-kyo com a convicção de que sua fé será firme e correta no momento de sua morte. Jamais busque nenhum outro caminho para herdar a suprema Lei da vida e da morte, mas manifeste-a em sua própria vida. Somente quando agir assim compreenderá que os desejos mundanos são iluminação e que os sofrimentos do nascimento e da morte são nirvana. Sem a herança da fé, mesmo o ato de abraçar o Sutra de Lótus será inútil.
(A Herança da Suprema Lei da Vida, END, vol. III, pág. 179. Edição Revisada.)

A senhora perguntou-me se uma pessoa pode atingir o estado de Buda simplesmente recitando o Nam-myoho-rengue-kyo. Esta é a questão última. É também o coração do sutra inteiro e a essência dos oito volumes. (...)
(Resposta a Myoho-ama, END, vol. I, págs. 392-393.)

O fundamental do Sutra de Lótus é o título de Nam-myoho-rengue-kyo. Se a senhora recita o Daimoku de manhã e à noite, está lendo o sutra inteiro. Recitar somente dois Daimoku é equivalente a ler o Sutra de Lótus duas vezes; cem Daimoku, cem vezes; mil Daimoku, mil vezes. Assim, se a senhora continuamente recita o Daimoku, está lendo o Sutra de Lótus incessantemente.
(Resposta a Myoho-ama, END, vol. I, págs. 392-393.)

Não importando o que venha a acontecer, mantenha sempre imperturbável a sua fé no Sutra de Lótus. Assim, no último momento da vida, o senhor será recebido por mil Budas que o levarão rapidamente ao paraíso no Pico da Águia onde experimentará a verdadeira felicidade da Lei. O senhor não deverá reprovar-me caso a sua fé enfraqueça e não atinja a iluminação nesta existência. Se o fizer, o senhor será como o paciente que recusa o remédio que o médico lhe receitou e em seu lugar toma o remédio errado. Jamais lhe ocorrerá que a culpa é sua, e ele culpará o médico por não se curar. A fé neste sutra significa que o senhor certamente atingirá o estado de Buda se for fiel à totalidade do Sutra de Lótus, seguindo exatamente os seus ensinos, sem acrescentar nenhuma de suas próprias idéias ou seguir interpretações arbitrárias dos outros.
(Carta a Niike, END, vol. I, pág. 285.)

sexta-feira, 24 de junho de 2011


A fé e os benefícios do Daimoku

... Qual é a diferença entre os benefícios recebidos quando um sábio recita o Daimoku e quando nós o recitamos? Não existe diferença nos benefícios do Daimoku. O ouro é o mesmo, seja na mãos de um tolo ou de um sábio. Nem o fogo é diferente simplesmente porque é feito por um tolo ou um sábio. Contudo, existirá uma diferença se caso recitar o Daimoku opondo-se ao espírito do Sutra de Lótus.
(Resposta ao Lorde Matsuno, END, vol. I, págs. 374-375.)

O âmbar atrai poeira e o ímã atrai partículas de ferro; fazendo uma analogia, nosso carma é como a poeira ou o ferro, enquanto que o Daimoku do Sutra de Lótus é como o âmbar ou o ímã. Se considerarmos essas [analogias, compreenderemos porque] devemos recitar o Nam-myoho-rengue-kyo ininterruptamente.
(O Daimoku do Sutra de Lótus, END, vol. II, pág. 177. Edição Revisada.)

Determine extrair o grande poder da fé e recite o Nam-myoho-rengue-kyo com a convicção de que sua fé será firme e correta no momento de sua morte. Jamais busque nenhum outro caminho para herdar a suprema Lei da vida e da morte, mas manifeste-a em sua própria vida. Somente quando agir assim compreenderá que os desejos mundanos são iluminação e que os sofrimentos do nascimento e da morte são nirvana. Sem a herança da fé, mesmo o ato de abraçar o Sutra de Lótus será inútil.
(A Herança da Suprema Lei da Vida, END, vol. III, pág. 179. Edição Revisada.)

A senhora perguntou-me se uma pessoa pode atingir o estado de Buda simplesmente recitando o Nam-myoho-rengue-kyo. Esta é a questão última. É também o coração do sutra inteiro e a essência dos oito volumes. (...)
(Resposta a Myoho-ama, END, vol. I, págs. 392-393.)

O fundamental do Sutra de Lótus é o título de Nam-myoho-rengue-kyo. Se a senhora recita o Daimoku de manhã e à noite, está lendo o sutra inteiro. Recitar somente dois Daimoku é equivalente a ler o Sutra de Lótus duas vezes; cem Daimoku, cem vezes; mil Daimoku, mil vezes. Assim, se a senhora continuamente recita o Daimoku, está lendo o Sutra de Lótus incessantemente.
(Resposta a Myoho-ama, END, vol. I, págs. 392-393.)

Não importando o que venha a acontecer, mantenha sempre imperturbável a sua fé no Sutra de Lótus. Assim, no último momento da vida, o senhor será recebido por mil Budas que o levarão rapidamente ao paraíso no Pico da Águia onde experimentará a verdadeira felicidade da Lei. O senhor não deverá reprovar-me caso a sua fé enfraqueça e não atinja a iluminação nesta existência. Se o fizer, o senhor será como o paciente que recusa o remédio que o médico lhe receitou e em seu lugar toma o remédio errado. Jamais lhe ocorrerá que a culpa é sua, e ele culpará o médico por não se curar. A fé neste sutra significa que o senhor certamente atingirá o estado de Buda se for fiel à totalidade do Sutra de Lótus, seguindo exatamente os seus ensinos, sem acrescentar nenhuma de suas próprias idéias ou seguir interpretações arbitrárias dos outros.
(Carta a Niike, END, vol. I, pág. 285.)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Os Oito Ventos



Os Oito Ventos

O Gosho Os oito ventos
Este é um nome dado a uma famosa carta que o Buda Nitiren Daishonin escreveu para Shijo Kingo em 1277.
O conteúdo da carta
“Um homem verdadeiramente sábio não será arrebatado por nenhum dos oito ventos: prosperidade, declínio, desgraça, honra, elogio, censura, sofrimento e prazer. Ele não se inflama com a prosperidade nem se desespera com o declínio. Os deuses celestes seguramente protegerão aquele que não se curva diante dos oito ventos.” (As Escrituras de Nitiren Daishonin, v. III, p. 201–202.)
O que são os oito ventos?
Por meio de uma metáfora, Nitiren Daishonin fala sobre oito condições capazes de impedir as pessoas de avançar no caminho da iluminação.
Reforçando
Os oito ventos são: prosperidade, honra, elogio, prazer, declínio, desgraça, censura e sofrimento.
Por que ventos?
Nitiren Daishonin usa a metáfora com os ventos porque as mudanças climáticas eram constantes e abruptas em sua época. A aparente calmaria de um vento fresco num dia de calor pode ser acompanhada de ventos gelados e devastadores. Da mesma forma, as condições favoráveis ou desfavoráveis se manifestam constantemente como “ventos”.
Conduta correta é o caminho da iluminação
A conduta correta é agir de acordo com o princípio da Iluminação Universal que revela: Todas as pessoas são budas e dignas do mais supremo respeito. Conduta correta significa viver baseado no espírito da prática do Chakubuku, ou seja, é agir como um buda considerando todos como budas. Esse é o caminho da iluminação.
(1) A prosperidade
São todas as formas de lucros e ganhos. Representa a busca incessante pelo progresso material, profissional ou financeiro. A prosperidade torna-se negativa no momento em que cega a pessoa para uma vida de acordo com a “conduta correta”.
Exemplo da influência da prosperidade
No contexto da prática budista: “Voltarei a participar das atividades mais assiduamente depois de vencer profissionalmente” ou “minha vida está indo de vento em popa. Não preciso me esforçar tanto na prática”.
(2) Declínio
Significa enfraquecimento e perda. Desmotivadas pelas condições de vida desfavoráveis, as pessoas tendem a perder a energia e a coragem, desviando-se da conduta correta.
Exemplo da influência do declínio
No contexto da prática budista: “Puxa, tenho praticado tanto e minha condição nunca melhora! Como poderei fazer Chakubuku?” ou “Quando tiver melhores condições financeiras participarei mais assiduamente das atividades da Organização”.
(3) A honra
Sentimento que representa satisfação por conquistar a consideração daqueles ao redor. Porém, sua distorção leva à arrogância e ao autoritarismo, ou seja, a pessoa não vive de acordo com a conduta correta.
Exemplo da influência da honra
Exemplo desse tipo de conduta é pensar que já sabe o suficiente sobre a prática budista devido aos anos de prática, colocando-se acima de recém-convertidos.
(4) A desgraça
Condição de uma pessoa que perdeu a credibilidade e o respeito dos outros. Essa perda é provocada por dois tipos de situações. O primeiro tipo: a pessoa perde o respeito por falhas ou atitudes praticadas por ela mesma. Segundo tipo: intrigas e difamações de pessoas ao redor motivadas por inveja ou rancor.
Exemplo da influência da desgraça
No contexto da prática budista: “Como ninguém me respeita, vou me afastar da prática” ou “como estão me atacando vou atacar também”.
(5) O elogio
Enaltecimento expresso por meio de palavras ou gestos. Mas essas manifestações podem se tornar prejudiciais quando as pessoas passam a depender disso, condicionando seu avanço ou ação ao reconhecimento dos outros.
Exemplo da influência do elogio
No contexto da prática budista: Quando alguém não recebe elogio por seus esforços pode pensar assim: “Não vou mais me dedicar, pois as pessoas não reconhecem meu empenho”.
(6) A censura
Repreender ou insultar. Há pessoas que, ao ser repreendidas ou orientadas com rigorosidade, acabam desanimando ou se irritando com as outras, afastando-se delas e até da prática budista.
Exemplo da influência da censura
“Não gostei de ser repreendido. Não vou mais apoiar esta atividade”, ou “meus familiares que não praticam me criticam por participar das atividades. Não sei o que fazer”.
(7) O prazer
Qualquer tipo de atividade prazerosa que desvie a pessoa da conduta correta.
Exemplo da influência do prazer
“Agora vai passar aquele programa que eu gosto na televisão. Depois eu faço o Gongyo”, ou “hoje tem reunião na comunidade, mas o pessoal me convidou para jogar bola. Será que vou?”
(8) O sofrimento
Dor física e espiritual que nos leva a desanimar na prática budista e a ter pensamentos destrutivos.
Exemplo da influência do sofrimento
“Devido a um grave problema de doença em minha família no momento, não tenho condições de praticar”, ou “meus sofrimentos são tão grandes que o Budismo não irá solucioná-los”.
São ilusões
Os oito ventos são ilusões porque mudam constantemente. Não são critérios confiáveis devido à sua inconstância. Uma situação de sofrimento pode mudar rapidamente, assim como uma situação de prosperidade.
Não são referência
Importante é não usar os “oito ventos” como referência para nada. Eles são ilusões e não são confiáveis para ser a base de uma vida inteira. Uma vez tomados como referência, a consequência de cada mudança sempre será sofrimento.
Não caia na armadilha
Nunca use os “oito ventos” como referência de avaliação da fé de outra pessoa. Pelo fato de uma pessoa ser censurada ou enfrentar um grande sofrimento não significa que sua prática esteja errada. Por outro lado, se uma pessoa prospera não significa que sua prática esteja correta. Lembre-se, são ilusões, portanto, não são critérios de avaliação de uma fé sincera.
É comum eles soprarem
No decorrer da vida, é comum alguém ser afetado por fatores como declínio, censura ou sofrimento e, talvez, mais fácil ainda, pela prosperidade ou prazer.
A solução
A solução é elevar o estado de vida de forma que os “oito ventos”, que são condições externas, não influenciem a fé. Nitiren Daishonin ensina que a pessoa deve ser imperturbável diante das oscilações do cotidiano.
Conclusão
O presidente Ikeda conclui: “Se nos basearmos na natureza do Dharma, então, independentemente de sermos ou não elogiados ou censurados, podemos usar tudo como uma oportunidade para obter mais êxitos. Por outro lado, se somos dominados pela ignorância, então tudo isso se torna motivo para cairmos nos maus caminhos. O coração é o mais importante. Nitiren Daishonin escreve a Shijo Kingo: ‘Sofra o que tiver de sofrer. Desfrute o que existe para ser desfrutado. Considere tanto o sofrimento como a alegria como fatos da vida e continue orando Nam-myoho-rengue-kyo, não obstante o que aconteça’. Essas palavras possuem um grande significado. Tanto nos momentos de alegria como nos de tristeza, devemos recitar a Lei Mística e avançar ainda mais. Esse é o caminho de um mestre da vida. Se vivermos com esse espírito, poderemos dissipar todo sofrimento”.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

FRAZES DO GOSHO


Coragem


Cada um dos senhores deve reunir a coragem de um leão e jamais sucumbir às ameaças de ninguém. O leão não teme a nenhum outro animal, tampouco seus filhotes. Caluniadores são como chacais uivantes, mas os seguidores de Nitiren são como leões urrantes.
(As Perseguições ao Buda, END, vol. I, págs. 303-304.)

Diz-se que o leão, rei dos animais, avança três passos e então recua um para saltar, desprendendo a mesma força quando apanha uma diminuta formiga ou ataca ferozes animais. Ao inscrever este Gohonzon para a sua proteção, Nitiren é igual ao rei leão. É isto o que o sutra quer dizer com “a força de um leão no ataque”.
(Resposta a Kyo’o, END, vol. I, pág. 275.)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

FRAZES DO GOSHO


A boa sorte de encontrar o budismo

É extremamente raro nascer como ser humano. Não somente o senhor está dotado de vida humana, como possui a rara sorte de encontrar o budismo. Além disso, dentre os muitos ensinos do buda, o senhor encontrou o Daimoku do Sutra de Lótus e tornou-se o seu devoto. Na verdade, o senhor serviu a dezenas de bilhões de budas em suas existências passadas!

(Carta a Jakuniti-bo, END, vol. I, pág. 145.)

segunda-feira, 21 de março de 2011

FRAZES DO GOSHO



A armadilha da lamentação

Que não esperem bons tempos, mas que esperem maus tempos como certos. Se reclamarem da fome, diga-lhes do inferno da inanição. Se resmungarem dizendo que sentem frio, diga-lhes dos oito infernos enregelantes. Se disserem que estão com medo, explique-lhes que um faisão atacado por uma águia ou um rato ameaçado por um gato encontram-se tão desesperados quanto eles. Tudo isto eu tenho repetido quase que diariamente durante os últimos vinte e sete anos. Apesar disso, tratando-se de Nagoe-no-ama, Shou-bo, Noto-bo, Sanmi-bo e outros, por serem tão covardes, de mentes estreitas, gananciosos e cheios de dúvidas, é como se derramasse água sobre o charão ou como se cortasse o ar rarefeito.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Matéria p/ Iniciantes


Os Encantos da Filosofia Budista - Para Iniciantes


O verdadeiro aspecto de todos os fenômenos

Edição 2068 - Publicado em 22/Janeiro/2011 - Página A6

Como transformar a realidade?

Relembrando
Nitiren Daishonin ensina que todos os fenômenos são, sem exceção, “manifestações do Myoho-rengue-kyo”, esse é seu “verdadeiro aspecto”. Ou seja, cada fenômeno é uma expressão da grande entidade do Universo, que é o Nam-myoho-rengue-kyo.
O princípio na prática
Como esse princípio funciona na vida diária? Ele é a capacidade de usar habilmente tudo o que ocorre para criar valor.
Sofrimentos e alegrias
Muitos fatos, alegres e tristes, ocorrem no curso da vida. Tudo isso são fenômenos; chances para fazer brilhar na vida o “verdadeiro aspecto” do estado de Buda.
Em outras palavras
Todas as situações pelas quais uma pessoa passa são oportunidades de comprovar a prática budista. Esses fenômenos possibilitam que a força do estado de Buda manifeste na vida diária. Caso contrário, essa força permanece latente.
Usando tudo
Tudo o que ocorre é usado para expandir a felicidade. Esse é o significado de “conduzir uma vida iluminada pela sabedoria do verdadeiro aspecto de todos os fenômenos”.
O valor não se encontra apenas na alegria
O presidente Ikeda explana: “O valor não se encontra apenas na alegria. Tampouco o sucesso é o único resultado valioso. O ‘sofrimento é a mãe das realizações’. As preocupações e os fracassos, desde que não sejamos derrotados por eles, possibilitam-nos aprofundar a fé. Nossos sofrimentos tornam-se a matéria-prima com a qual construímos a felicidade. Este é o princípio de que ‘desejos mundanos são iluminação’. Os desejos mundanos são, da mesma forma que os demais fenômenos, o ‘verdadeiro aspecto’”. (PHJ, pág. 131.)
Tudo é benefício
“Fundamentalmente, para as pessoas que têm fé no Gohonzon, tudo é benefício. Aí reside a diferença entre os que praticam a fé na Lei Mística e os que não praticam.” (Ibidem.)
Reforçando
O que diferencia alguém que pratica corretamente ou não o Budismo é a capacidade de fazer que tudo torne-se benefício. Uma vida assim não possui espaço para lamentação, dúvida e sofrimento.
Uma vida grandiosa
Alguém que se dedica ao Kossen-rufu possui uma existência de significado. Em outras palavras, ela torna-se grandiosa porque é uma vida de valor. Isso é viver de acordo com o princípio do verdadeiro aspecto de todos os fenômenos.
Como torná-la grandiosa?
“Certa ocasião, quando eu [Daisaku Ikeda] ainda era jovem, perguntei ao presidente Toda: ‘O que torna uma pessoa grandiosa?’ Com um sorriso, ele respondeu: ‘Ter convicção. Na vida e em tudo, a convicção é fundamental. Há muitas coisas importantes na vida’. Dentre todas as respostas possíveis, o senhor Toda, sem hesitar um momento, citou a convicção. Naturalmente, ele se referia à grande convicção na Lei Mística. ‘Comprovarei infalivelmente a vitória em minha vida.’ ‘Ajudarei todos a serem felizes.’ ‘Farei que meu local de trabalho e minha comunidade desenvolvam-se grandiosamente.’ ‘Mudarei o curso desta época para dar surgimento a uma sociedade feliz e humanística.’ Os que possuem essa nobre convicção e agem com base nela são pessoas grandiosas.” (Ibidem.)
O Gohonzon
“Em síntese, todo o Universo é a ‘essência real de todos os fenômenos’ e é também o Gohonzon. Fundamentalmente, nossa própria vida também é a ‘essência real de todos os fenômenos’ e o Gohonzon. Portanto, quando nos devotamos ao Gohonzon, por meio do dinâmico intercâmbio entre o Universo e a nossa vida, nossa própria ‘essência real’, ou seja, nossa vida como a entidade de Nam-myoho-rengue-kyo, passa a brilhar. A sabedoria do Buda inerente em nossa vida surge. A coragem para agir com benevolência brota em nosso coração e entramos no caminho dourado da felicidade.” (Ibidem.)
Da forma como somos
“Não é necessário ir a algum outro lugar distante nem se tornar uma pessoa especial. Independentemente de passarmos por sofrimentos ou alegrias, se continuarmos a orar sinceramente ao Gohonzon e agirmos pelo Kossen-rufu, então, exatamente da forma como somos, poderemos nos tornar budas da ‘essência real de todos os fenômenos’ e realizar a missão que somente nós podemos cumprir.” (Ibidem.)
Concluindo
“Nossa vida passa a ser o Gohonzon quando realizamos a prática da Lei Mística para nós mesmos e para os outros. Nós podemos realmente fazer com que nossa vida brilhe como a entidade da Lei Mística. O presidente Toda disse: ‘O Gohonzon penetra totalmente em nossa vida quando adoramos e recitamos o Nam-myoho-rengue-kyo. Quando abrimos os olhos e observamos o Universo, ali encontramos o Gohonzon. E quando fechamos os olhos e contemplamos o interior de nosso ser, o Gohonzon também aparece ali claramente, com uma força cada vez mais poderosa e um brilho cada vez mais resplandecente’.” (Ibidem.)